Um cérebro, todos os canais
Voz, WhatsApp, SMS, e-mail e chat no site partilham uma única memória. Quem desliga a meio de uma encomenda pode terminá-la no WhatsApp sem repetir nada. Plataforma
A DRING cria equipas de IA para telefone e mensagens e põe-nas a trabalhar nas linhas dos próprios clientes. Pessoas reais a ligar, todos os dias, em nove países.
Todas as empresas dependem de chamadas para as quais não têm pessoas suficientes. As filas de entrada atingem o pico à hora errada, uma primeira tentativa de chamada de saída só chega a uma parte da lista e ninguém volta a ouvir o que foi dito. Medimos quanto isso custa em linhas reais.
O cliente traz um processo e um número de telefone. A DRING cria o colaborador de IA para esse processo, põe-no na linha e continua responsável pelo seu comportamento quando há clientes reais do outro lado. O cliente mantém a relação e recebe um resultado sobre o qual pode agir.
O agente atende e liga a partir do número do próprio cliente, através do seu operador, consulta o CRM ou o sistema de encomendas e regista lá o resultado. Nada passa para uma ferramenta nova.
Gravações de chamadas, documentos e sistemas ligados dão origem a um agente que tem de passar uma fasquia de qualidade antes de atender uma chamada real, e que continua a melhorar com as chamadas em produção depois do arranque.
Cada conversa fecha a verde, amarelo ou vermelho, com uma próxima ação: voltar a ligar, passar a uma pessoa, não voltar a ligar. O trabalho de saída deixa de ser uma lista de gravações e passa a ser uma lista de decisões. Ver o padrão de resultados
Seis capacidades decidem se um colaborador de IA aguenta uma linha real. Cada uma tem a sua própria página de produto. Aqui fica, numa frase, o que cada uma faz.
Voz, WhatsApp, SMS, e-mail e chat no site partilham uma única memória. Quem desliga a meio de uma encomenda pode terminá-la no WhatsApp sem repetir nada. Plataforma
O Reach trabalha uma lista dentro das janelas de chamadas e dos limites de tentativas, volta a tentar consoante o resultado e liga a cada contacto à hora a que costuma atender. Reach
Cada chamada deixa um resultado estruturado, uma pontuação de confiança, etiquetas de tema e de alerta e um próximo passo sugerido, tudo legível sem ouvir o áudio. Análise de chamadas
O Connect escolhe a quem ligar a partir do HubSpot, Salesforce ou Freshdesk e regista o resultado, o resumo e a indicação de não contactar no mesmo registo. Connect
Quando uma chamada precisa de uma pessoa, o agente passa-a à equipa com o que já foi dito, em vez de deixar quem liga numa fila de espera. Como funciona a passagem
A plataforma pode funcionar em 62 idiomas, em voz e em mensagens. Um processo só entra em produção nos idiomas, sotaques e vocabulário testados para ele. Speech core
O modelo é a parte mais barata deste negócio. O que leva anos a construir é o ciclo de criação dos agentes, a infraestrutura de voz, a telefonia e os controlos, e são todos nossos.
Cada agente passa por 1 000 a 10 000 conversas simuladas, construídas a partir das chamadas e dos documentos da própria empresa. Depois, as chamadas reais escolhem a versão seguinte. Por dentro do Agent Factory
O reconhecimento de fala, o modelo de raciocínio e a voz podem ser trocados em cada agente sem tornar a conversa mais lenta, com encaminhamento e failover entre fornecedores. Vozes personalizadas, correção de sotaque e de pronúncia e testes A/B de voz funcionam na mesma camada. Como funciona o núcleo de voz
Ligamo-nos ao sistema telefónico do cliente e aos números fornecidos pelo seu operador, e somos nós que gerimos o encaminhamento. A voz é anonimizada na central antes de chegar a qualquer modelo, os números que fazem spam repetido também são bloqueados aí, e o failover e o encaminhamento para pessoas são tratados como requisitos de operação. Camada de telefonia
Seis normas internas, da defesa contra prompts maliciosos à proteção de dados e à intervenção do operador, voltam a ser testadas em cada versão. A injeção de prompt é travada por quatro camadas, duas delas independentes do comportamento do modelo, e cada conversa passa por uma verificação de segurança automática. Os controlos
Os números da plataforma abrangem todas as cargas em produção em conjunto. Os números por setor vêm de implementações individuais e são apresentados sem o nome do cliente. As definições de período e de âmbito estão no deck.
Valores médios de várias campanhas de saída. A taxa de contacto varia com o setor, o país e a qualidade da lista.
O Reach volta a ligar consoante o resultado, dentro do horário que a campanha permite, à hora a que cada pessoa costuma atender, e continua até se saber o desfecho. Numa campanha de logística, um lead foi qualificado à décima quinta tentativa. Ninguém marca essa chamada à mão.
O que o cliente vê no fim não é um número de chamadas, mas uma lista curta de pessoas a quem vale a pena voltar a ligar: nos primeiros testes de uma campanha fintech, até um quarto das conversas atendidas fechou a verde.
A curva é indexada e indicativa, não uma série mensal. O que a sustenta são arranques em paralelo, mais agentes dentro de contas que já estão em produção e parceiros que abrem mercados onde não vendemos diretamente.
Um segundo agente num cliente existente, um inquérito depois do apoio ou um lembrete depois de uma venda acrescenta volume recorrente sobre a integração que já existe.
Cada processo em produção torna-se um playbook que o próximo cliente com uma operação semelhante pode avaliar em dias, num novo setor ou num novo país.
Os modelos e a telefonia são partilhados entre clientes, pelo que cada conversa adicional custa menos à medida que a plataforma cresce.
Empresas de média e grande dimensão cuja receita depende do telefone: logística, pagamentos, eletrónica recondicionada, serviços de saúde, comercialização de energia, hotelaria, recrutamento e distribuição B2B. Os agentes funcionam hoje em produção em 10 idiomas; a plataforma cobre 62, e cada novo idioma é validado antes do arranque.
Logística, e-commerce e eletrónica recondicionada recebem as mesmas perguntas sobre encomendas, entregas e reparações o dia inteiro. É este o trabalho que um agente permanente absorve primeiro.
Pagamentos, financiamento da cadeia de abastecimento e serviços de saúde exigem identificação, uma passagem limpa e um registo do que foi dito em cada chamada.
Recrutamento, imobiliário, energia e hotelaria costumam começar por uma lista de saída e acrescentam a cobertura de entrada depois de trabalhada a primeira campanha.
Os clientes pagam mensalmente por horas de voz ou mensagens, chamadas em simultâneo e número de tipos de agente. O excedente é cobrado ao mesmo preço unitário, sem tarifa penalizadora e sem taxa de configuração.
Um segundo ou terceiro agente no mesmo cliente parte do mesmo histórico de chamadas e das mesmas integrações, por isso crescer dentro de uma conta não exige um novo projeto.
Os GTM Partners, como consultoras de CX e integradores de sistemas, vendem com o nome DRING, e os parceiros white label com o seu próprio nome. Ambos trazem as suas próprias relações com clientes e acrescentam contas sem um aumento equivalente do custo de vendas diretas. Programa de parceiros
Empresas que trabalharam com a DRING
Seis pessoas lideram a empresa de ponta a ponta, em cinco áreas, com o apoio das equipas de produto, AI Labs, backend e operações de clientes. Uma pessoa identificada aprova cada versão que entra na linha de um cliente. Conhecer toda a equipa
Procuramos investidores de fase de crescimento que conheçam SaaS B2B e o mercado de contact center, e que possam abrir portas junto de revendedores e parceiros tecnológicos. O deck contém as definições por trás de cada número desta página. A data room contém as séries mensais.